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Livro Gil Tempo Rei (Songbook)

Um livro de fotos e canções em que a poesia e a imagem de Gil se encontram sob o vórtice nos palcos da turnê Tempo Rei. São 94 páginas em impressão de alta qualidade e capa com detalhes em relevo.

EXPRESSO 2222

Autora: Ana Oliveira
Editora: Iya Omin Produções
Data: 01/01/2022
ISBN: ‎ 978-8563909039

Neste livro-objeto, Ana Oliveira se debruça sobre um dos álbuns mais inventivos da MPB, lançado por Gilberto Gil logo após do exílio londrino, em 1972. A obra reúne artistas, intelectuais e jornalistas que reinterpretam, faixa a faixa, o disco que nasceu das influências do pop-rock e da música brasileira tradicional, tornando-se um marco na história da MPB. Fernanda Torres, Arnaldo Antunes, Micheliny Verunschk, Moreno Veloso, Hermano Vianna, Lorena Calábria, Mila Burns, Patrícia Palumbo e Cláudio Leal desvendam a história por trás de cada canção. O repertório do disco também inspirou trabalhos visuais criados por Renata Felinto, Regina Silveira, André Vallias, Vânia Mignone, Muti Randholph, Merepe, Nino Cais, Arnaldo Antunes e o coletivo assume vivid astro focus (avaf).

TODAS AS LETRAS (nova edição ampliada)

Por: Gilberto Gil (autor), Carlos Rennó (compilador) e Raul Loureiro (arte de capa)
Editora: Companhia das Letras
Data: 08/07/2022
ISBN: 978-6559211845

A obra de Gilberto Gil contribuiu para a transformação do conceito estético da letra de música ao lhe dar status de poesia ― cantada e popular. Ex-ministro da Cultura, membro da Academia Brasileira de Letras, Gil é um dos mais sensíveis e inventivos artistas em atividade, reconhecido e admirado no mundo inteiro.
Com organização de Carlos Rennó, ilustrações inéditas de Alberto Pitta e textos de Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik, esta terceira edição de Todas as letras reúne o conjunto das canções compostas por Gil, uma cronologia e centenas de comentários do autor a respeito de suas composições.

Disposições amoráveis

Gilberto Gil/Ana de Oliveira
Iyá Omin – 09/12/2016

Gilberto bem perto

Gilberto Gil/Regina Zappa
Editora Nova Fronteira – 05/07/2013
ISBN: 978-85-209-2332-0
A infância no sertão da Bahia, os dias difíceis na prisão, o exílio e a carreira de inconfundível musicalidade; os famosos festivais na década de 1960, a política, as letras, a cabeça aberta e o coração a mil: todas as fases importantes da vida de Gilberto Gil estão em Gilberto bem perto, escrito pelo próprio cantor e pela jornalista Regina Zappa. O livro, lançamento da Editora Nova Fronteira, é ricamente ilustrado com fotos do arquivo pessoal do artista, resultando em uma importante obra tanto para fãs como para estudiosos da MPB e do Tropicalismo. 

Cultura pela palavra: artigos, entrevistas e discursos dos ministros da cultura 2003-2010

Gilberto Gil/Juca Ferreira – Rio de Janeiro
Versal Editores – 08/05/2013
ISBN: 9788589309479
Os anos de 2003 a 2010 foram um período de grande agitação na cultura brasileira, quando políticas públicas para o setor passaram por transformações radicais, tanto no plano conceitual quanto na forma de interação do governo com a sociedade civil. Para isso, as novas ideias e as manifestações dos então ministros da Cultura Gilberto Gil e Juca Ferreira foram decisivas. Foi com o intuito de recuperar essas ideais que a Versal Editores lançou a coletânea Cultura pela Palavra. Em 600 páginas, o livro reúne 19 artigos publicados na imprensa brasileira e internacional, 19 entrevistas concedidas a jornais e revistas nacionais e estrangeiros e 61 discursos proferidos no Brasil e no exterior por Gil & Juca, entre 2003 e 2010

Jangada Digital

Eliane Costa – Rio de Janeiro
Azougue Editorial – 18/10/2011
ISBN: 978-85-7920-053-3

Assim como sugere seu título, Jangada Digital fala de dois tempos. O primeiro,que cobre o Ministério Gilberto Gil, nos oferece a etnografia das trilhas – e armadilhas – do processo de elaboração das políticas na área digital, no momento em que migram de um debate político-tecnológico e ganham foco cultural ampliando seu raio de ação nacional e sua visibilidade internacional. Esse tempo escreve a história e seguramente se tornará referência no assunto.

O segundo é mais subliminar, mas não menos importante. Falo agora da forma de criação textual de um trabalho claramente sensibilizado pelos descentramentos que a web oferece e pelo horizonte narrativo hipertextual. Lendo Jangada Digital, somos surpreendidos por uma lógica de argumentação, ainda rara na academia. Lógica que se faz por conexões, articulações quase aleatórias, pela presença intermitente de múltiplas vozes e perspectives simultâneas. Um discurso acadêmico experimental que potencializa de forma eloquente a visão de vanguarda e o investimento radical de Gil na era digital. Um livro que chega na hora certa e prova que veio para ficar.

Heloisa Buarque de Hollanda

Tropicália ou Panis et Circencis

A Tropicália mudou definitivamente nossa sensibilidade e mentalidade estética, política e comportamental, derrubando “as prateleiras, as estantes, as vidraças” entre o urbano e o rural, o interior e o litoral, o bom e o mau gosto, o popular e a vanguarda, o chiclete e a banana, o chique e o kitsch, o berimbau e a guitarra, o bangue-bamgue e o tamborim, as raízes e as antenas, o luxo e o lixo (como no emblemático poema de Augusto de Campos, como todas as variantes positivas e negativas que podem surgerir as duas palavras, e os atritos entre elas).
Com uma lúcida compreensão da múltipla realidade brasileira, deu expressão a diversas vozes que a compõem, sem descaracterizá-las ou satirizá-las, sem esconder seus cotrastes ou hierarquizá-las, mas criando condições para que elas aflorassem numa linguagem vigorosa, através de procedimentos (a colagem, a mistura, as fusões rítmicas e vocabulares, o construtivismo formal e a surpreendente espontaneidade) que as punham em situações inéditas de conexão o confronto.
Batman e macumba, iê-iê e obá, viraram um amálgama sonoro-semântico (ou verbivocovisual, na expressão dos concretos), que rompia as fronteiras de preconceitos muito arraigados, inaugurando a possibilidade da convivência, sem traumas, de valores até então inconciliáveis.
A partir desse limite (ápice) não havia mais volta. A cultura plural, cosmopolita e libertária se instituiu como uma realidade palpável, abrindo caminho para novas experiências poético-musicais, que se desdobraram em várias outras linguagens.
É sintomático o fato do eixo dessa revolução ter se dado no terreno da música popular, integrando alta voltagem de invenção com a comunicação de massas (em conexão com a moda, o design, as histórias em quadrinhos, a televisão, o rádio, o cinema, a cultura pop de uma maneira geral), em lugar da literatura e das artes plásticas, em torno das quais se articularam outros marcos da nossa modernidade como a Semana de 22 e a Exposição Nacional de Arte Concreta, de 56.
A Tropicália moldou e modulou uma síntese ácida e doce (“policiais vigiando/ o sol batendo nas frutas/sangrando”, “hospitaleira amizade/ brutalidade jardim”, “bomba e Brigitte Bardot”) da cultura brasileira, expondo suas nervuras e contradições mais profundas, e libertando-nos para assumi-las como uma possível identidade. O convívio com as diferenças e a exploração criativa de suas férteis colisões expôs um retrato vivo do Brasil daquele tempo, e dos Brasis de todos os tempos.
Este livro é uma reflexão sobre o disco-manifesto Tropicália, mas também um reflexo do que ele semeou.As diferentes abordagens, estilos, pontos de vista e criações gráficas a partir de seuas doze canções, ilustram, em seu mosaico diversificado, o quanto aquelas conquistas encarnaram em nossa realidade cultural o espírito de invenção, de mistura, de afirmação vital das nossas potencialidades.O Panis et circencis era só o começo.
Arnaldo Antunes

Cultura digital.br

Gilberto Gil – Rio de Janeiro
Azougue Editorial – 24/09/2009
ISBN: 978-85-7920-008-3
A cultura digital está transformando em profundidade todos os fazeres e saberes da humanidade, e o Brasil desempenha papel central nesse processo. Ao dar voz para importantes brasileiros em atuação na área sobre temas como Política, Economia, Estrutura, Arte, Comunicação e Memória no contexto digital, se torna um livro imprescindível para todos aqueles que desejam pensar ativamente as questões e potencialidades do nosso tempo.

A invenção da Bossa Nova e a desconstrução Tropicalista

Ernani Maurício Fernandes
Editoria Informal – 12/2008
ISBN: ———-
“Este é o momento em que a música do Brasil atinge a sua maturidade no século XX.
São 8 movimentos que caracterizam a desenvoltura do processo histórico da música e da cultura brasileira.
O samba-canção e o samba da fossa a invenção da bossa nova, o samba do morro no asfalto, o engajamento da mpb, a clonagem da jovem guarda, a desconstrução tropicalista, a travessia do clube de esquina, o cavaleiro solitário do samba esquema novo.
Dolores Duran, João Gilberto, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Jorge Ben são os representantes mais completos destes movimentos.
Este período deve ser avaliado como o maior sincretismo cultural em que nunca mais aconteceu na história deste país.” (2008)

Encontros Gilberto Gil

Sergio Cohn, org.
Azougue Editorial – 2008
ISBN: 978-85-88338-90-6
A trajetória de Gilberto Gil e suas idéias sobre a democratização da informação, as novas tecnologias e as revoluções de comportamento se encontram amplamente retratadas nessa reunião de suas prinicipais entrevistas.

Gil em verso

Manuel Jorge Marmelo
Quasi Edições – 01/2006
ISBN: 989-552-149-9

Aqui se reunem todos os seus poemas – a maior parte deles cantados entretanto – num livro único na história da música lusófona.

Gil em verso, com organização do escritor Manuel Jorge Marmelo e apresentações do mesmo e de Arnaldo Antunes, é um roteiro pelas sensações que a música tropical nos transmite.

http://www.doimpensavel.pt/quasi

TROPICALIA: A Revolution in Brazilian Culture

Carlos Basualdo
Museum of Contempory Art de Chicago – 10/2005
ISBN: ————
Catálogo da exposição TROPICALIA: A Revolution in Brazilian Culture, co-organizada pelo MUSEUM OF CONTEMPORARY ART DE CHICAGO, THE BRONX MUSEUM OF THE ARTS DE NEW YORK E GABINETE DE CULTURA DE SÃO PAULO, editado por Carlos Basualdo.

Domingo no Parque

Danilo Sorroce – Campinas
Editora Komedi – 2005
ISBN: 85-7582-094-X
Esta publicação registra, com sensibilidade especial, a beleza da poética tropicalista gilbertianao e significativa importância de um momento marcante estética, comportamental, política e ideologicamente no Brasil.

Caetano Veloso e Gilberto Gil – Fratelli Brasile

Marco Molendini – Viterbo, Itália
Nuovi Equilibri – 12/2004
ISBN: ———–

È difficile trovare due artisti più vicini esteticamente, culturalmente, idealmente di Gilberto Gil e Caetano Veloso. Politicamente disomogenei (Gil è un sostenitore di Lula di antica data, Veloso è stato al fianco di Fernando Henrique Cardoso, l’ex presidente), hanno però condiviso la vita, la musica, i sogni, la prigione, l’esilio. Oggi rappresentano il Brasile in modo forte, caldo, convincente: proponendo una visione poetica ed esistenzile che ha posto al suo centro la musica come veicolo di sentimenti e idee. Sono le icone fiammeggianti del Brasile contemporaneo che sogna di transformasi in una nazione forte, orgogliosa, capace di impartire la nobile e sana lezione della diversità. Quel Brasile che occupa una inconsueta e “diversa” posizione di centralità: perché, come afferma una canzone di Caetano, è meglio stare nel culo di questo mondo che dentro la sua testa.

Protagoniste della musica brasiliana, vessilliferi di una cultura che da decenni influenza e modifica sottilmente il corso della “popular music”, dalla canzone d’autore ad ogni forma di rock, Caetano e Gilbert si sentono bene al centro della storia, e sanno interpretarla come pochi altri. Questro libro ripercorre le loro vicende, quarat’anni che hanno segnato la musica del loro paese – la musica del mundo – percorrendola in tutte le direzioni: passate, presenti, future.

Marco Molendini, giornalista musicale e di costume, è una delle firme più note del “Messaggero” di Roma

Tropicalismo – Ideologia ou utopia?

Judite Botafogo – Recife
Nova Presença – 12/2003
ISBN: ———-

“Do silêncio de Lagoa do Carro aos ecos do tropicalismo.

Para caminhar sobre a delicada ponte que leva os olhos do outro todo silêncio é pouco. – Roseane Murray”

“Silêncio não significa solidão nem liberdade, porque ambos estão indissoluvelmmente ligados, mas os caminhos do silêncio podem nos levar As inúmeras interpretações do próprio silêncio, como:
Eu sou da Lagoa
A Lagoa é tudo
Ela é meu mundo,
pois aqui nasci…

Assim, acredito que no silêncio bucólico de uma lagoa, Judite Botafogo, amada e amante de sua cidade natal, encontrou a tranquilidade para suas inspirações poético-literárias para suas composições artísticas. E amúsica que por excelência se forma de sons e ruídos, que no silêncio da pausa de suas notas, que precedem a tantas outras notas, encontra sua verdadeira grandeza.
E essa música veio através de um movimento chamado tropicalismo, que surgiu de sentimentos de socialistas de uma geração, especialmente de Caetano Veloso e Gilberto Gil, abraçado por tantos outros. Foi um movimento que se eternizou no circuito musical.
Eternizado fica, neste instante, esta publicação denominada Tropicalismo:
ideologia ou utopia?, que tão bem soube enaltecer uma parte da história da música popular brasileira.
Que a força do movimento fique abraçada aos textos desta obra que, com certeza, receberá as láureas de uma vitória do Silêncio de Lagoa do Carro aos ecos do tropicalismo. – José Ricardo Paes Barreto”

Gil 60: todas as contas

Bené Fonteles/Priscila Casaes Franco – Rio de Janeiro
Gege Edições – 2003
ISBN: 85-89316-01-7

Reler os tantos Gils aos sessenta anos, visto por seus pares e parceiros que desde a década de 60 vêem com preciosas invenções de verbo e raras imagens, é refletir sobre uma geração que teve que conviver com o medo, a utopia e o prazer no fazer política e arte.

O “auxílio luxuoso” nos vem dos ensaios fotográficos de Mário Luiz Thompson, Mario Cravo Neto e Priscila Casaes Franco ou nos textos de Antônio Risério, Caetano Veloso, Jorge Mautner, Bené Fonteles, José Miguel Wisnik, Paulo Leminski, Arnaldo Antunes e outros que nos tornam mais nítido o contorno e o conteúdo de um dos artistas mais fundamentais para a construção de um país que se deseja e sonha.

É neste Brasil também do imaginário, onde mora o profundo em Gilberto Gil, um tão completo artista que experencia o simples com as contas do singular. São elas que fazem de suas canções complexas e plurais as luminosas guias de nosso itinerário. Nelas, um homem sábio nos canta feliz: “… a luz nasce da escuridão”.

Bené Fonteles

Gilberto Gil: todas as letras (2003)

Organização: Carlos Rennó
Companhia das Letras – 2003
ISBN: 85-359-0445-x
Segunda edição de Gilberto Gil – Todas as Letras traz cerca de 460 canções do compositor, incluindo as parcerias e as versões criadas para músicas dele. Cada letra é acompanhada do registro de sua primeira gravação lançada. Numa reunião inédita e fundamental para a música brasileira, mais de 200 composições têm sua gênese comentada pelo autor.

Gilberto Gil – Mestres da música no Brasil

Mabel Velloso
Editora Moderna – 12/2002
ISBN: ————-

Mabel,

Mãe, você sabe como é, fica feliz com tudo o que for relacionado aos seus filhos.
Gostei muito do livro sobre Beto. Desde menino ele sempre foi bom e me faz feliz.
Só tive dois filhos, são minhas jóias. Eles enfeitam minha vida. Zeca sempre disse isso também.
Quando Beto foi para Londres, ele escrevia, mandava telegramas. Sinto muita saudade dele. Já até me acostumei. Desde os oitos anos que ele fica muito longe. Primeiro para estudar, depois nas viagens. A saudade é um sentimento muito forte, mas ao mesmo tempo é leve porque depende… quando há amor, a saudade dói de forma diferente.
Quero dizer que a gratidão da Família Gil Moreira porque você escreveu este livro é eterna. Estou muito feliz e muito agradecida.

Claudina Passos Gil Moreira

Marginália – Arte & Cultura “Na idade da pedrada”

Marisa Alvarez Lima – Rio de Janeiro
Aeroplano – 01/09/2002
ISBN: 85-86579-42-4

(…) A idéia de reproduzir num livro as reportagens, entrevistas e textos que escrevi para A Cigarra e O Cruzeiro foi ficando cada vez mais forte. Folhear as revistas de meu arquivo, cartas e o precioso livro de couro preto me trouxe uma emoção incontida: de minha memória começaram a brotar passagens pitorescas, engraçadas, irreverentes, divertidas, que presenciei e vivenciei pelos bastidores dos efervescentes 60/70.

Me veio, então, uma necessidade quase orgânica – uma vez Gilberto Gil me falou assim – como se precisasse ‘despejar dados vitais’. Eu queria carinhosamente dividir minha emoção.

Marginália é um livro apaixonado. Tanto quanto éramos naquela época na redação de O Cruzeiro. E este sentimento é tão forte, tão perigosamente envolvente, que posso até ter me esquecido de citar fatos e pessoas importantes. Aos involuntariamente injustiçados peço o mais sincero perdão.

Marisa Alvarez Lima

A imagem do som de Gilberto Gil

Felipe Taborda
s/ editora – 12/2000
ISBN: 85-265-0429-0
80 composições de Gilberto Gil interpretadas por 80 artistas.

GiLuminoso – A po.ética do Ser

Bené Fonteles – Brasília / São Paulo
Editora UNB/SESC – 1999
ISBN: 85-230-0551-x

[…] O livro/cd GiLuminoso – A poética do Ser, de autoria de Bené Fonteles, é uma realização da Editora UnB, SESC São Paulo e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, destacando o lado poético do artista. Nele estão reunidos poemas, ensaios e fotografias sobre a vida e a obra de Gilberto Gil, por meio de grandes expoentes da cultura brasileira. Um cd, com uma seleção de poemas e interpretações musicais, dá voz e registro definitivo à obra de um dos principais artífices de nossa história musical.

Danilo Santos de Miranda
Diretor do Departamento Regional do SESC no Estado de São Paulo

Gilberto Gil: Todas as Letras (1996)

Organização: Carlos Rennó
Companhia das Letras – 1996
ISBN: 85-7164-572-8
Edição original de Gilberto Gil – Todas as Letras reúne os versos de cerca de 420 canções compostas até meados dos anos 90 do século passado, entre as quais 90 até então inéditas. Traz também comentários do compositor acerca da gênese de 80 de suas canções mais representativas, numa fascinante exposição do processo poético-criativo do autor.

Songbook Gilberto Gil vol. 1

Almir Chediak – Rio de Janeiro
Lumiar Editora – 1992
ISBN: 85-85426-03-9

66 músicas contendo melodia, letra e harmonia (acordes cifrados) para violão, guitarra, piano, órgão e outros instrumentos.

Todos os acordes cifrados estão representados graficamente para violão e guitarra.

Songbook Gilberto Gil vol.2

Almir Chediak – Rio de Janeiro
Lumiar Editora – 1992
ISBN: 85-85426-03-9

64 músicas contendo melodia, letra e harmonia (acordes cifrados) para violão, guitarra, piano, órgão e outros instrumentos.

Todos os acordes cifrados estão representados graficamente para violão e guitarra.

Masters of Contemporary Brazilian Song – MPB, 1965-1985

Charles Perrone – Austin
University of Texas Press – 1989
ISBN: 978-0-292-76550-4

“Perrone analyzed hundreds of contemporary song texts to provide Englishreaders with a window into the very important musical-poetic world of contemporary and artistic Brazil. The book is informative, easy to read, and of great value in understanding many sociological aspects of Brazil’s recent history.”
—Hispanic American Historical Review

“Perrone’s highly competent, well-written, and informative work is the first full-length study in English of contemporary Brazilian popular music. After a brief historical overview of this music, the author . . . offers an in-depth discussion of the careers and works of six major songwriter/performers of the 1965—1985 period: Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, João Bosco, and Aldir Blanc. . . . The book also includes a useful bibliography and discography, an index, and good photographs that will make the topic come alive. . . . Highly recommended.”
—Choice

Masters of Contemporary Brazilian Song is a critical study of MPB (música popular brasileira), a term that refers to varieties of urban popular music of the 1960s and 1970s, incorporating samba, Bossa Nova, and new materials.

Charles A. Perrone is Professor of Portuguese and Luso-Brazilian Culture and Literature at the University of Florida.

O poético e o político

Antonio Risério/Gilberto Gil – São Paulo
Paz e Terra – 12/1988
ISBN: ———–

Ainda não sabiam em 1970 o que fazer com a Gare d’Orsay, a imensa estação de ferro do século XIX à beira do rio Sena, em Paris. O hotel d’Orsay, dentro da estação, desativado, havia se transformado em cenário de filme. Seus corredores viram até “racha” de motocicletas. Havia shows também. Numa noite, depois de ultrapassar o labirinto de corredores, numa aura de iluminação imprevisível, lá estava Gilberto Gil, um palco improvisado num salão pesado de lustres e dourados, cantando. Muitos anos depois, em 1988, Severo Gomes promove no Senado um seminário sobre cultura negra, no centenário da Abolição. Lá estão em cada canto da mesa Antonio Candido e Gilberto Gil.

Insólito encontro. Somente nas imagens, do mais despojado crítico e teórico da literatura e do mais exuberante de nossos cantores-poetas. O confronto parava ali. Depois de Antonio Candido falava Gilberto Gil, envolto num traje azul, que podia ser africano, e sandálias. O que se ouviu ali sobre a cultura negra no Brasil foi de extremo rigor e precisão. É claro que a poesia estava envolvendo toda a fala. Uma indignação armada de conceitos, sem concessão à emoção fácil. E no debate, uma abertura para o diálogo, nenhuma nota de triunfalismo. O encantamento da audiência não era só com o grande artista mas com um pensamento crítico, agudo, implacável sem perder a sensibilidade.

Este livro, que em boa hora reúne textos inéditos, algumas entrevistas (Gilberto Gil sempre foi mágico nessa forma de diálogo público) e poesias de Gilberto Gil e Antonio Risério, permite o reencontro com a aura daquele debate. Uma confluência extraordinária entre um exercício de transparência sobre as terríveis e bárbaras condições da vida do povo brasileiro e apontamentos de enorme lucidez sobre as possibilidades de ir além dos obstáculos. Por novas vias, fora de caminhos batidos, das interpretações convencionais.

E claro que o desvendamento da Abolição está feito em textos completíssimos que devassam as escravidões do presente. Mas são todas as relações na sociedade que estão em causa, rompida a dissimulação do discurso ou da dominação. Sem deixar de lado a prática política, que irrompe agora como uma via necessária para a libertação. Sem abalar a força da imaginação e da poesia. Um Gilberto Gil na sua melhor e mais completa fase.

Os editores

Música Popolare brasiliana

Paolo Scarnecchia
Gammalibri – 02/02/1983
ISBN: ————
Trecho do prefácio:
“E proprio di fioritura si tratta per la MPB, con líndiscussa autorità di Chico Buarque, Gil, Cae, Milton e Ben, che come trovatori dell´età moderna scrivono e cantano i loro “vers” che rivivono poi anche grazie agli “chantador” in una fitta rete di scambi e di arricchimento reciproco che in “tensos” continue si infittisce giorno per giorno.”

Gilberto Gil – Literatura comentada

Fred Góes – São Paulo
Abril Educação – 1982
ISBN: 82-0235
Seleção de textos, notas, estudos biográficos, histórico e crítico e exercícios por Fred Góes.
Colaboração: Lauro Góes e Nelson Motta.

Gilberto Gil – L’immaginazione al potere

Silvia Boschero
Arcana
ISBN: ———–

Sulla scia della rinascita politico-culturale latinoamericana, questo volume traccia la storia dell’uomo che è stato ed è, insieme a Caetano Veloso, simbolo del tropicalismo, il movimento culturale e musicale di rottura che negli anni Sessanta cambiò il corso della storia brasiliana. La vita, la musica, le parole di un artista rivoluzionario che oggi, da Ministro della Cultura del governo Lula, sta scardinando il linguaggio politico di un paese in ansiosa attesa di cambiamento. Oltre alla biografia e a due lunghe interviste esclusive, il libro comprende una discografia completa e unappendice di interviste degli amici di Gil, da Fiorella Mannoia a Jovanotti, da Caetano Veloso a David Byrne e a Milton Nascimento.

Silvia Boschero è giornalista del quotidiano l’Unità e autrice e conduttrice della Rai.

Expresso 2222

Antonio Risério
Corrupio
ISBN: ————

O assunto é Gilberto Gil, a vera estrela negra da nova cultura brasileira. E eis aqui – neste Gilberto Gil Expresso 2222, antologia de textos organizada por Antonio Risério e prefaciada por Caetano Veloso -, o artista de corpo aberto e inteiro.

Afinal, Gilberto Gil Expresso 2222 é uma reunião dos mais significativos textos de/sobre Gil, assinados pelos maiores conhecedores e amantes da moderna música popular brasileira.

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